– Fede, você sente a pressão de ser o “irmão de”?
Não, incusive me dá orgulho. Jime é uma garota velente, que sempre vai para frente.
- Como foram seus inícios?
Ela tinha feito El faro e como era pequena e atuava tão bem, resultava exótica e fizeram mil entrevistas com ela. A mamãe a levava e eu ia com elas e em uma espera no El Trece, me convidaram para um casting.
(Jime): Estávamos em uma espera extremamente longa, então Fede começou a se fazer de engraçado, e um produtor de Cris Morena, que o viu, convidou.
(Fede): Jime me incentivou para ir e quando chegamos tinha uma fila enorme mas, com 11 anos, falou com alguém da porta e, não sei que confusão fez, mas nos deixaram entrar sem esperar. Ela sempre teve uma personalidade muito forte. No colégio tinha todos os garotos atrás dela.
– Como são os Barón no amor?
(Fede): Eu peço conselhos para a Jime, ela é minha referente porque tem clara as relações.
(Jime): Não sei se clara, vivi mais experiências porque sempre fui namoradeira e se não, estava sempre saindo. Estar sozinha nunca aconteceu.
– Como agora com Martín Gándara?
(Jimena): Que fique claro que sigo sozinha. Solteira.
– Quanto ajuda a fama na hora da paquera?
(Jimena): Faz tudo ser mais fácil. Se eu quisesse, não sairia nem para dançar, porque os caras conseguem meu número e me ligam. Mas depois está o lado ruim, que você quer conhecer alguém e tem que fazer isso escondida porque se não em cinco minutos está em um site. E isso não me parece bom.
- São ciumentos entre vocês?
(Jimena): Sou a menos ciumenta de todas!
(Federico): Me acostumei aos namorados dela, mas sou mais ciumento com a minha irmã menor, Isabel.
(Jimena): Cada um faz a sua história. Não somos metidos nem ciumentos. Quando me separei há quatro meses minha família me conteve, mesmo sem invadir. Conversamos muito sobre todos os assuntos, mas com Isa eu fico de olho com questões como a cerveja e as drogas. O pai dela, que foi o segundo marido de minha mãe, morreu quando ela era muito pequena, e senti essa responsabilidade.
– Você também é uma mãe “policial” com Morrison?
(Jimena) Não! É tão pequeno... Quando eu o vejo brincando sozinho e calado me dá pena. Há alguns dias ele viu um comercial na televisão com bebês e me pediu que comprasse um. Se estivesse com alguém estável, eu buscaria um irmãozinho, porque eu tinha calculado que eles teriam dois anos de diferença, como Fede e eu. O nascimento do meu irmão foi o melhor presente . Sempre fomos muito companheiros. Isa, ao contrário, me pegou em um lado mais maternal. As crianças trazem união e alegria para as famílias. Adoraria que Morrison tivesse um irmão próximo.
– A pergunta é: quando vai chegar o amor da sua vida para encarregá-lo?
(Federico): Se a gente soubesse...
(Jimena): É verdade, vamos seguir participando!
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